PRODUÇÃO ACADÊMICA


Umbanda: Teologia da Felicidade

Autoria: Fernanda Leandro Ribeiro

TCC - Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à FTU-Faculdade de Teologia Umbandista, como requisito parcial para a obtenção do titulo de bacharel em Teologia Umbandista.- Orientador: Prof.F. Rivas Neto

Data da Publicação: Abril/2009

Publicação no site: 06/07/2009

Resumo
A Umbanda configura-se ao homem da pós-modernidade como um caminho possível  de reencontro consigo mesmo e com os outros na busca de um mundo mais justo e igualitário uma vez que ela tem a interdependência, a responsabilidade e o respeito pela diferença como características essenciais em sua estrutura. Os conceitos de teologia e de felicidade são discutidos neste trabalho enquanto construções históricas. O termo teologia surgiu com os gregos, foi apropriado pelo cristianismo e chegou até a Umbanda por meio do cristianismo, uma das três matrizes formadoras desta religião, juntamente com as culturas africana e indígena. Porém, na Umbanda teologia ganha um sentido mais  universalista, pois não há processo de centralização do poder bem como não há dogmatização da doutrina. Para discorrer sobre o que seja felicidade na Umbanda faz-se um diálogo com as concepções gregas e  budistas sobre o tema. Juntamente com a revisão bibliográfica é apresentada uma pesquisa de campo realizada com 144 umbandistas do estado de São Paulo, por meio da qual observaram-se as concepções de felicidade e como a Umbanda ajuda a propiciá-la.

Palavras-Chave: teologia – felicidade – Umbanda – espiritualidade - pós-modernidade

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O embate entre Medicina e múltiplas artes de cura no Brasil - A inovação da Umbanda frente a esses saberes

Autoria: Érica Ferreira da Cunha Jorge

TCC - Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à FTU-Faculdade de Teologia Umbandista, como requisito parcial para a obtenção do titulo de bacharel em Teologia Umbandista.- Orientador: Prof.F. Rivas Neto

Data da Publicação: Abril/2008

Publicação no site: 02/07/2009

Resumo
O objetivo deste trabalho é demonstrar o embate decorrido da institucionalização da medicina frente às múltiplas artes de cura inerentes ao país. Esclareceremos a trajetória em que a medicina foi construída, quais alicerces deram sustentação a ela e em que medida a presença dos curandeiros, feiticeiros, magos, quimbandeiros foi um óbice para que se instituísse um modelo de Medicina no Brasil, baseado nos padrões europeus. A questão da apropriação estará sempre presente, uma vez que tal processo de certa forma fortificou este novo modelo. Demonstraremos o contexto sócio-histórico (a partir da vinda da corte européia para o Brasil até meados do século XX) o qual foi mola propulsora para a mudança de paradigma de cura posto que o Brasil necessitava se afirmar perante o cenário mundial como nação desenvolvida, influenciado por teorias eugenistas e positivistas.
Uma etapa adiante mostraremos o papel da Umbanda nesse contexto e sua inovação diante da dualidade: saber popular e saber acadêmico.

Palavras-Chave: Curandeirismo – Medicina - Umbanda

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O Mito de origem - Uma revisão do ethos umbandista no discurso histórico

Autoria: Maria Elise Gabriele Baggio Machado Rivas

TCC - Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à FTU-Faculdade de Teologia Umbandista, como requisito parcial para a obtenção do titulo de bacharel em Teologia Umbandista.- Orientador: Prof.F. Rivas Neto

Data da Publicação: Abril/2008

Publicação no site: 24/06/2009

Resumo
O trabalho teve como objetivo fazer uma nova leitura do mito de origem da Umbanda, marcado pela figura de Zélio Fernandino de Moraes em 1908, abordando as questões sócio-políticas culturais da época: a manipulação da mídia reforçando o embate com negros feiticeiros, curandeiros, raizeiros, cultos de possessão, medicina. Enfatizamos o confronto entre a cultura de brancos e miscigenados, com o apoio no cientificismo positivista de Comte e o evolucionismo biológico de Spencer, que defendia a eugenia, e desacreditava tudo que não fosse oriundo da cultura ocidental.
 A marca negativa deixada por Nina Rodrigues aos cultos de possessão de negros e miscigenados, como doença mental e associação a desvios de conduta no final do século XIX reforçava a discriminação e a necessidade de embranquecimento do homem e sua cultura. Assim, optamos por buscar outras personagens, que poderiam ou não ser negros e mestiços, dos movimentos de possessão ou transe para demonstrar que a Umbanda teve sua origem de forma descentralizada e diversa em suas manifestações, com influências das matrizes formadoras da cultura brasileira. Para tanto, retomamos as figuras de Juca Rosa, 1873, do Rio de Janeiro, que dominou os folhetins da época e de João de Camargo, o santo de Sorocaba, 1900.
Abordamos, também, as Escolas Umbandistas, diferentes formas de se fazer e pensar a Umbanda, e uma entrevista com Zélia e Zilméia de Moraes, para melhor entendimento de nossa defesa de que a Umbanda já existia antes de Zélio.

Palavras chave: Mito de Origem, Escolas Umbandistas, Cultos de Possessão, Cultura, Juca Rosa, João de Camargo, Zélio de Moraes

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Etnobotânica e os Templos Umbandistas

Autoria: Marlene Cardillo Cardoso / Sélia do Nascimento

TCC – Trabalho de Conclusão de Curso para o grau de Bacharel no Curso de Teologia da Faculdade de Teologia Umbandista. - Orientador: Prof. Yuri Tavares.

Data da Publicação: Abril/2008

Publicação no site: 21/06/2009

Resumo
Este estudo tem por objetivo comprovar a interdependência dos terreiros de Umbanda com a Etnobotânica.
Sendo o movimento Umbandista oriundo de um caldeamento (mistura) etno-cultural; indígena, africano e indo-europeu, adquiriu para si, com a ajuda da espiritualidade, a herança ancestral da medicina popular milenar, uma das suas mais importantes vertentes do conhecimento.
Foram realizadas pesquisas em templos umbandistas brasileiros, visando notificar a interdisciplinaridade no uso das plantas dentro de seus rituais, mostrando o valor sagrado de cada erva e sua aplicação diversificada.

Palavras chave: Umbanda, rituais e ervas sagradas.

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O SACERDÓCIO UMBANDISTA - Entre a Tradição e a Massificação

Autoria: JOÃO LUIZ DE ALMEIDA CARNEIRO

Artigo Acadêmico apresentado à Faculdade de Teologia Umbandista como material componente do seu acervo. - Orientador: Prof. Antônio J. V. da Luz

Data da Publicação: 19/06/2009

Resumo
A Umbanda perpetua a tradição de uma forma não codificada. Para manter esta metodologia viva conta com a oralidade do qual reconhecidamente o sacerdote é o principal responsável, o que implica em um dinamismo constante. O movimento umbandista é uma unidade aberta em contínua construção. A partir dos estudos de Mircea Eliade, buscamos apresentar como o Sagrado se relaciona com espaço religioso umbandista e cotejá-lo com as tentativas de profanação do mesmo através de cursos de formação sacerdotal calcadas em perspectivas mercadológicas. Para confrontar estes conceitos com a prática religiosa, entrevistamos um dos terreiros mais tradicionais da Umbanda: a Tenda Nossa Senhora da Piedade.

Palavras-chave: Umbanda. Sacerdote. Mediunidade. Tradição. Sagrado. Profano. Cursos

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Além das aparências: uma visão da história umbandista

Autoria: Prof. F.Rivas Neto

Data da Publicação: 22/03/2006

Resumo
A Umbanda, como genuíno movimento espiritualizante brasileiro está inserida em um contexto histórico-cultural. Nesse artigo, F. Rivas Neto sugere que as ações umbandistas desenvolvem-se como resposta a esse contexto de maneira não apenas reativa, mas com um alto grau de intencionalidade.

Palavras-chave: Umbanda e história

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Sobre a diversidade

Autoria: Prof.Roger T. Soares

Data da Publicação: 21/02/2006

Resumo
Esse texto traz discussão filosófica e espiritual sobre a questão da diversidade existente na Umbanda, seja entre os praticantes ou entre as formas de transmissão espiritual, as chamadas escolas umbandistas.

Palavras-chave: diversidade - pluralidade - alteridade

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Tradição e Mudança

Autoria: Prof. Roger T.Soares

Data da Publicação: 21/02/2006

Resumo
A Umbanda é uma unidade aberta. A força de sua Tradição está em saber o que deve ser preservado e o que precisa ser renovado.

Palavras-chave: Tradição - Mudança - Dogmas

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