Idealmente, gostaríamos que os artistas, empresas e demais participantes estivessem diretamente envolvidos com a gestão dos recursos arrecadados, seja nos projetos de implantação ou diretamente nas ações de inclusão e cidadania.
Caso isso não seja possível e lembrando da necessidade de nós mesmos fazermos as mudanças, não esperando somente a ação dos governantes, formaremos comitês e núcleos de gerência e execução, estabelecendo normas que visem a transparência total como forma de eliminar ou prevenir a corrupção. A credibilidade de um trabalho sério, uma vez alcançada, serve também de modelo para outros setores da sociedade e torna-se também objetivo do nosso projeto de responsabilidade social.
Procuraremos nos basear nas orientações do grupo Transparência Internacional, comandado no Brasil pelo professor da UNICAMP, Bruno Wilhelm Speck, que já participou de atividades conjuntas com a FTU.